A princípio, eram disponíveis apenas para quem tinha convite. Agora os serviços bancários do Pride Bank, primeiro banco digital voltado para a comunidade LGBTQI+, são para todos.
Como todo banco digital, o Pride oferece serviços como conta corrente pessoa física ou jurídica, transferências, emissão e pagamento de boletos, contas, além de cartão de crédito pré-pago.

Acima de tudo, uma das maiores inovações que a fintech lançou foi os clientes poderem usar o nome social em todos os cartões do banco.
Além de destinar 5% dos lucros para programas ligados à comunidade LGBTQI+.
Por conta da parceria com a empresa de tecnologia social Welight, os clientes podem ver como o dinheiro é distribuído e aplicado.
O Banco é seguro?
Ao que parece, o Pride Bank se preparou muito bem para garantir que todos os correntistas não se preocupem com o dinheiro guardado por lá.
Além de já contar com registro no Banco Central, a criação foi feita com a ajuda da Digital Bank, empresa especialista em sistemas de criptografia. Assim, garantem a segurança nas suas transações.
Quanto custa ter uma conta no Pride Bank?
O Pride Bank não é isento de tarifas como alguns concorrentes.
No site oficial do banco, existem quatro pacotes de tarifas, onde cada um tem um número diferente de serviços.
Os valores mensais variam entre R$9,99 e R$39,99 para pessoa física e R$29,99 e R$149,99 para pessoas jurídicas.
Para os clientes chamados de Priders, que preferem não escolher nenhum dos pacotes, os valores podem variar entre R$17,69 e R$187, 39.
Quem o Pride Bank vai ajudar?
No site da Fintech, existe uma lista de instituições que deverão ser beneficiadas pelo Pride.
A princípio todas elas estão em São Paulo e, têm focos diferentes.
A Casa de Apoio Brenda Lee abriga e apoia pessoas vivendo com HIV, a ONG “Eternamente Sou” dá mais atenção para idosos LGBTQI+, enquanto a, ainda em criação, Casa Arouchianos pretende acolher a comunidade que vive na rua.
“As Causa Sociais que estão no site são apenas as primeiras que iremos apoiar.
O Instituto Pride continuará a identificar outros projetos em todo Brasil, inclusive com indicações dos nossos Priders.
“Nosso objetivo é apoiar dezenas e até centenas de causas sociais”, afirmam.
Como abrir conta no Pride Bank
A abertura é feita de forma digital pelo aplicativo do Pride Bank, disponível para Android e iPhone. O processo segue o padrão de contas digitais no Brasil: é necessário ser maior de 18 anos, ter CPF regular, um documento de identificação válido e um e-mail e celular ativos. Você baixa o app, preenche o cadastro, envia foto do documento e uma selfie para validação, e escolhe o pacote de tarifas que melhor se encaixa no seu uso. Não é mais necessário convite — os serviços estão abertos a todos.
Diferenciais do Pride Bank
O grande diferencial do Pride Bank não está apenas nos serviços bancários — conta corrente, Pix, boletos, transferências e cartão —, mas no propósito. É o primeiro banco digital brasileiro voltado para a comunidade LGBTQI+, com uso de nome social em todos os cartões e destinação de parte dos lucros a projetos sociais ligados à causa, com transparência sobre como os recursos são aplicados por meio da parceria com a Welight. Para muitos clientes, esse alinhamento de valores é tão relevante quanto a oferta financeira em si.
Vale a pena? Pontos de atenção
Ao contrário de algumas fintechs que não cobram nada, o Pride Bank trabalha com pacotes de tarifas mensais. Antes de abrir a conta, compare o pacote escolhido com o seu uso real: se você faz poucas operações, um plano básico pode ser suficiente; se usa muitos serviços, vale simular qual pacote sai mais em conta. Avalie também se os serviços oferecidos atendem às suas necessidades do dia a dia, lembrando que parte do que você paga é revertida em impacto social — um valor agregado que nem todo banco oferece.
Perguntas frequentes
O Pride Bank é seguro?
O Pride Bank conta com registro no Banco Central e infraestrutura de segurança com criptografia. Como em qualquer conta digital, mantenha o app atualizado e não compartilhe senhas ou códigos.
A conta do Pride Bank é gratuita?
Não totalmente. O banco trabalha com pacotes de tarifas mensais com valores diferentes conforme o número de serviços. Consulte os pacotes atualizados no app antes de abrir a conta.
Posso usar nome social no cartão?
Sim. O uso do nome social em todos os cartões é um dos principais diferenciais do Pride Bank, pensado especificamente para a comunidade LGBTQI+.
O Pride Bank une serviços bancários digitais a um propósito social claro. Se os valores e o modelo de tarifas fizerem sentido para o seu perfil, vale considerar abrir a sua conta pelo passo a passo indicado acima.
